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Vitória da medicina: está gravida mulher que recebeu transplante de útero

domingo, 14 de abril de 2013

A primeira mulher do mundo com sucesso no transplante de útero está grávida de duas semanas.

derya_gravidaDerya Sert, natural da Turquia, engravidou depois de um processo bem-sucedido de fecundação in vitro.

De acordo com os médicos, o atual quadro clínico da futura mãe inspira otimismo.

Derya Sert, de 22 anos, tem sido considerada pelos especialistas um "milagre médico”.

O transplante de útero, de uma dadora morta em Agosto de 2011, foi feito no Hospital Universitário de Akdeniz, na Turquia. A jovem nasceu sem útero, anomalia que acontece em uma em cada 5.000 mulheres no mundo.

Ela foi a segunda paciente do mundo nesse tipo de transplante.

A primeira foi na Arábia Saudita em 2000, a partir de uma dadora viva, mas falhou após 99 dias, por formação de múltiplos coágulos, o que obrigou à remoção do órgão.

Mas no caso de Sert foi diferente.

Depois do transplante ela começou a menstruar.

Passados 18 meses da cirurgia, ela recebeu implante de embriões fecundados in vitro, a partir seus óvulos e dos espermatozoides do seu marido.

Esta semana o médico da jovem, Mustafa Unal, anunciou a gravidez - de cerca de duas semanas - e garantiu que "atualmente, [Derya Sert] está bem de saúde".

A notícia da gravidez devolve a esperança a milhares de outras mulheres impossibilitadas de terem filhos por falta de útero.  Se tudo correr como esperado, o bebê deverá nascer através de cesariana e, nos meses após o parto, o útero será removido para evitar eventuais complicações ou hipóteses de rejeição do órgão por parte da jovem.
Com informações do Boas Notícias e AFP
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Alcoolismo é genético

sexta-feira, 15 de março de 2013

Cientistas da Universidade da Carolina do Norte (EUA) anunciaram uma descoberta que pode revolucionar os bares pelo mundo: existe um gene que protege as pessoas do alcoolismo, fazendo-as beber menos. O estudo partiu de um princípio científico que já era conhecido: pessoas que ficam ébrias rapidamente, quando começam a beber com regularidade (os chamados “miojos”) têm menos chance de contrair alcoolismo no futuro. Agora, acharam o segredo dessa proteção ao alcoolismo, um gene que foi “batizado” de CYP2E1.
O procedimento deste gene é o seguinte: ele sintetiza (produz) uma proteína que quebra o etanol – responsável pela embriaguez – com mais eficiência, diminuindo o efeito nocivo da bebida. Tal enzima ainda atua de forma semelhante sobre outras toxinas. Os pesquisadores de Carolina do Norte explicam que o gene em questão tem um grande efeito em como as pessoas “recepcionam” o álcool no organismo.
Em uma única frase: pessoas mais sensíveis ao álcool são menos propensas a se tornar alcoólatras. Pelo seguinte motivo: o gene dos sensíveis ao álcool produz a referida enzima – que quebra o etanol – em maior quantidade, gerando mais radicais livres. Esses radicais reagem rapidamente, no fígado, gerando energia (como se o corpo fosse um carro movido a biocombustível), desencorajando que se beba mais.
O estudo sobre o assunto envolveu adolescentes em idade escolar, a maioria dos quais teve pai ou mãe alcoólatras. Sendo bebedores relativamente novos, eles receberam cerca de três drinques e avaliaram como o álcool os fez sentir. A oscilação em sua postura e respiração também foi medida no experimento. Cada participante teve seu DNA mapeado, para se concluir em quais genes houve atividade, e de que tipo.
Analisando os resultados, associaram a presença de pelo menos uma cópia do gene CYP2E1 com a recepção dos estudantes ao álcool. Aqueles que continham o gene, em geral, se embriagaram mais rapidamente, e portanto têm menor tendência ao alcoolismo. Ainda se estuda se o gene também é relacionado a outros vícios, como o da nicotina. [Live Science]
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Soneca reduz risco de infarto, segundo pesquisa

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Pesquisadores alertam que a prática deve vir acompanhada de alimentação saudável e exercícios físicos
19/02/2013 - O hábito de tirar uma soneca durante o dia pode fazer bem ao funcionamento do coração, segundo pesquisadores gregos. Eles realizaram um estudo durante seis anos com mais de 23 mil homens e mulheres com idades entre 20 e 86 anos.Todas as pessoas do grupo analisado possuem o hábito do cochilo diário por pelo menos meia hora. Ao longo dos seis anos de observação, foi constatado que esses indivíduos tiveram o risco de desenvolver uma doença no coração reduzido em 40%.
Isso pode acontecer porque, segundo os médicos, a soneca reduz o estresse, aumentando dessa forma, a resistência do coração a futuros ataques cardíacos.
No entanto, os pesquisadores alertam que a prática deve vir acompanhada de alimentação saudável e exercícios físicos para que se tenha uma boa qualidade de vida.
O POVO
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Ser magro pode significar mais risco de doenças metabólicas

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Pesquisadores identificaram um gene ligado tanto a ter um corpo magro quanto a um risco maior de doenças metabólicas.
O chamado “gene magro” foi ligado a ter menos gordura corporal e um risco aumentado de doença cardíaca e diabetes tipo 2 – doenças normalmente associadas com o excesso de peso.
Os cientistas examinaram o código genético de mais de 75.000 pessoas. Eles observaram genes que determinam a porcentagem de gordura corporal, e encontraram fortes indícios de que um gene chamado IRS1 está ligado a ter menos gordura corporal.
Os pesquisadores analisaram mais fundo e descobriram que o IRS1 também leva a níveis insalubres de colesterol e de glicose no sangue, marcadores chaves das chamadas doenças metabólicas, como doenças cardíacas e diabetes.
Eles também descobriram que o gene só está associado a níveis mais baixos de gordura sob a pele, chamada gordura subcutânea, mas não a gordura mais prejudicial que envolve os órgãos, chamada gordura visceral.
Segundo os cientistas, as descobertas sugerem que as pessoas com o gene IRS1 são menos capazes de armazenar gordura subcutânea, e podem, portanto, armazenar gordura em outras partes do corpo, nas quais essa gordura pode representar mais riscos para o funcionamento dos órgãos.
Entretanto, os pesquisadores alertam que os resultados do estudo não alteram a mensagem geral para a maioria das pessoas: os magros geralmente são mais saudáveis do que as pessoas acima de seu peso ideal.
Mas não é impossível ser magro e ter colesterol alto ou sofrer um ataque cardíaco antes dos 50 anos; talvez por causa do gene.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, as doenças cardíacas são as maiores assassinas do mundo, tirando 17,1 milhões de vidas por ano. Também, o número de adultos com diabetes mais do que duplicou desde 1980, com 347 milhões de vítimas. Especialistas dizem que uma epidemia global de obesidade ameaça causar uma onda de doenças cardíacas e diabetes tipo 2.
Embora o novo estudo tenha apontado a importância dos genes como um fator na determinação do risco de desenvolver estas condições, é importante lembrar que fatores de estilo de vida como dieta, exercícios, tabagismo e manter um peso saudável também desempenham um papel vital na sua prevenção.[Reuters]
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Generosidade pode proteger a saúde e prolongar a vida

domingo, 10 de fevereiro de 2013

A velha máxima “é melhor dar do que receber” pode ter um fundo científico: segundo estudo recente feito nos Estados Unidos, pessoas que ajudam os outros têm menos chances de morrer quando lidam com situações altamente estressantes (como doenças, assalto, perda de emprego, dificuldades financeiras ou morte de um familiar).
Durante cinco anos, 846 participantes relataram aos pesquisadores o tempo que haviam passado nos 12 meses anteriores ajudando amigos, vizinhos ou parentes que não viviam com eles – entre os tipos de auxílio prestados estavam tarefas como fazer compras, ajudar a fazer reparos em casa ou cuidar de crianças.
“Quando consideramos idade, saúde e variáveis psicossociais, a regressão de Cox (o mais usado método de análise de sobrevivência) para mortalidade revelou uma interação significativa entre o comportamento de auxiliar, eventos estressantes, morbidade e mortalidade”, explica Michael J. Poulin, da Universidade de Buffalo (EUA).
“Nos cinco anos do estudo, descobrimos que quando lidavam com situações estressantes, aqueles que ajudaram os outros no ano anterior tinham menos chances de morrer do que aqueles que não ajudaram”.
Embora ajudar pensando nos benefícios próprios não seja propriamente “generoso”, o aumento na expectativa de vida (ou, mais precisamente, a redução das chances de morrer por estresse) pode ser um consolo na hora de fazer uma tarefa chata pelo bem do seu vizinho.[Daily Mail UK]

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